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Entre no debate dos direitos autorais
Escrito por Luiza Piffero on 29/07/2010 – 17:35 -A questão dos direitos autorais há tempos não estava tanto em evidência. Os Estados Unidos acabaram de aprovar uma reforma que torna legal a ripar DVDs e usar trechos em documentários e vídeos não comerciais. No Brasil, a Lei de Direitos Autoriais (Lei 9.610/98) está recebendo contribuições da sociedade por meio de consulta pública na internet até o dia 31 de agosto e, em breve, deve seguir para o Congresso Nacional.
O assunto é central para todos que trabalham com criação. O Curso Avançado de Fotografia Digital, por exemplo, tem uma aula inteiramente voltada ao assunto. Em vista disso, fizemos algumas perguntas para a advogada Márcia Lunardi, que ministra a disciplina:
Existem muitas particularidades na Lei de Direitos Autorais, então eu imagino que na aula do curso avançado de fotografia digital tu se restrinja a alguns pontos-chave. Me conta um pouco como é a aula e quais os principais aspectos da lei que os fotógrafos precisam estar cientes?
A última aula foi muito interessante. Os alunos estavam buscando informações sobre o assunto e por isso foram muito receptivos e participativos. Eu busquei dividir a aula em dois grandes tópicos, a diferença entre direito de imagem e direito autoral. É muito comum haver confusão entre ambos, principalmente na fotografia, cujo trabalho autoral advém da captação de imagens. Assim, busquei alertá-los acerca dos cuidados que devem tomar para não ferir o direito de imagem dos fotografados e evitarem problemas futuros. No tocante aos direitos autorais, procurei dar ênfase aos direitos patrimoniais e morais de autor, focando naquilo que se refere especificamente à obra fotográfica como, por exemplo, a necessidade de aparecer crédito na foto.
Até onde vão os direitos que os fotógrafos têm sobre as suas fotografias, especialmente agora que todos copiam e colam tudo na internet? Como fazer para não perder o controle da sua obra?
É, no “mundo digital” a gente sabe que não é fácil controlar a própria obra fotográfica. É imprescindível que o fotógrafo busque a proteção da suas fotografias pelos meios digitais disponíveis no mercado, investindo em tecnologia apta a bloquear a cópia desautorizada e a manipulação da imagem.
Quais aspectos desse tema que os fotógrafos (ou artistas em geral) geralmente desconhecem? Quais os erros mais cometidos por autores e público?
Os fotógrafos desconhecem mais as questões referentes ao direito de imagem. É comum, pela própria natureza do trabalho fotográfico, o artista não atentar que, nem sempre o fotografado quer se expor ou permitir o uso e veiculação de sua imagem. Quanto aos direitos autorais, os artistas e os fotógrafos em especial até conhecem seus direitos, mas a gente não pode esquecer que há uma pressão muito grande sobre esses profissionais que, em geral, recebem os contratos prontos sem poder discutir suas cláusulas.
Qual a análise pessoal que tu fazes da nova proposta para a Lei de Direitos Autorais? Os benefícios que ela traz, os pontos polêmicos?
O debate em torno da reformulação da lei autoral mostra-se interessantíssimo. O propósito seria flexibilizar alguns pontos tidos na lei como muito “engessados”. Bem, a lei autoral é nova, tem apenas 12 anos, assim, discordo da opinião de que tal lei estaria obsoleta. Quanto à flexibilização da legislação, acho que esse é o ponto mais polêmico, pois é sempre bom questionar: a quem interessa essa flexibilidade? Seria ao artista? De outro lado, acho muito relevante a preocupação da reforma em tornar o patrimônio cultural mais acessível e democrático.
Qual a tua opinião sobre a consulta popular via internet? É uma maneira produtiva de resolver o assunto?
Na realidade, a reforma da lei autoral já vem sendo discutida há um bom tempo! A consulta popular traduz uma excelente intenção de tornar a discussão mais abrangente e por isso mais democrática. É inovador, não há dúvida e entendo que é uma maneira produtiva de discutir a questão. É claro que o debate deve e está sendo mais amplo, não se restringindo apenas à rede de computadores.
O direito autoral das fotos deste post pertence ao fotógrafo Juliano Araujo.
Tags: criação, Curso Avançado de Fotografia Digital, direitos autorais
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Para fazer bonito e saber o porquê
Escrito por Luiza Piffero on 27/07/2010 – 20:47 -Hoje ninguém tem tempo e dinheiro para ficar gastando à toa. É por isso que a gente esmiúça todos os cursos da Escola de Criação aqui no Blog: para você poder escolher com toda a certeza. Hoje o professor Christian Lüdtke, coordenador do Curso de Pós-Produção e Finalização Audiovisual – Básico, responde a uma série de perguntas. Se você quer trabalhar com o meio audiovisual ou volta e meia precisa lidar com produtoras, não deixe de ver como foi essa conversa:
Quais são as carências dos profissionais que serão preenchidas com o curso?
O pessoal senta na frente da máquina e sai fazendo sem saber o porquê. O que interessa é que fique bonito. Além da parte teórica, vamos ensinar teoria. Porque sabendo teoria tu vais traçar o caminho mais ágil pra chegar onde tu quiseres. Assim tu não perdes tempo com “empiricismos e achismos” e optas pela opção correta mais rápido.
Qual a grande lição que os alunos vão levar para casa?
Eles vão aprender a enxergar na prática, no dia a dia deles, onde está a fundamentação daquilo que eles estão fazendo. Isso facilita o processo de aprendizagem porque permite que tu construa em cima de uma base muito sólida.
Quais as novidades que este curso traz para o mercado?
Ele é único, não conheco nenhum outro curso que fale da pós-produção dessa maneira. Geralmente os cursos são voltados a vender uma ferramenta como o “After Effects”, da Adobe. Esse não é o nosso caso. No básico o que falamos pode ser aplicado em qualquer ferramenta, sendo que as principais serão Photoshop e Adobe After Effects.
O foco é teórico e prático. E o curso está dividido em Básico e Avançado que é para a gente poder fazer uma triagem e preparar os alunos para o Avançado. No Avançado vamos ter uma série de master classes com palestrantes de fora. Mas para apreender tudo isso, para garantir que os alunos tenham uma maior absorção dos conteúdos, há algumas prerrogativas técnicas.
Destaque alguma disciplina que é diferenciada:
“Teoria da Imagem Digital”. Porque todo mundo acha que sabe, mas não sabe.
Qual o perfil dos professores do curso?
Os professores são de áreas diferentes, mas todos são oriundos da prática que encontraram na teoria a solução das suas angústias.
Quem se beneficiaria com o curso?
Quem já tem algum conhecimento mínimo de vídeo, quem quer trabalhar na área de pós-produção e também quem só quer saber do que está falando quando “abre a boca” – diretor de criação, o RTVC, o pessoal que de alguma maneira têm que interagir com produtoras. Ia facilitar muito a vida deles, não tem nem como descrever.
O grande lance é que o curso, além de preparar para o avançado, é para o pessoal que sempre tem que lidar com a dificil comunicação entre agência e prestador de serviço. Há sempre pequenas coisinhas que acabam sendo ruídos na comunicação já que a agência e o finalizador falam duas línguas completamente distintas.
Pode dar um exemplo desse ruído de comunicação?
Bom, por exemplo, para o pessoal da agência o padrão de cor é todo em CMYK (relativo a pigmento), mas este padrão não se aplica a vídeo, e sim o RGB, que é baseado em luz. A agência envia um arquivo em CMYK, e o produtor, então, faz a sua conversão e a cor sai errada. Depois reclamam que a cor não tá fiel. É muito desconhecimento, mas isso acontece o tempo todo.
Este novo curso chega para complementar o Curso Avançado de Produção Audiovisual que já existe na Escola de Criação?
Na verdade é uma especialização de um pouco do que se vê no curso que já existia, mas de maneira muito mais aprofundada e direcionada pra quem quer se especializar em pós-produção.
Curso de Pós-Produção e Finalização Audiovisual – Básico
Início das aulas: 14/08/2010
Horário: Sábados das 9h30 às 12h30 e das 14h às 17h
Duração: 40h/aula
Inscrições pelo site escoladecriacao.espm.br. Mais informações: (51) 3218.1300 ou centralinfo-rs@espm.br.
Tags: curso de pós-produção e finalização audiovisual
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Nova safra de fotógrafos chega ao mercado
Escrito por Luiza Piffero on 20/07/2010 – 17:25 -A trajetória de um ano trilhada pelos alunos do Curso Avançado de Fotografia Digital levou todos eles a este desfecho: a apresentação dos seus trabalhos finais e o coquetel de formatura no último sábado, 17 de julho. Em nome de uma avalição completa e multidisciplinar, os talentos individuais dos estudantes foram prestigiados por profissionais de diferentes áreas do mercado. Cada membro da banca analisou todos os trabalhos e deu dicas valiosas aos novos fotógrafos. Confira os profissionais convidados para a banca e sinta o clima da festa através da nossa cobertura fotográfica:
Ricardo Chaves (editor chefe de fotografia da Zero Hora);
Eduardo Veras (jornalista e doutorando em artes pela UFGRS);
Guilherme Lund (fotógrafo free lancer e professor de fotografia)
Niura Ribeiro (professora doutora em artes pela UFRGS);
Crédito das fotos: Alexandre Raupp
Tags: Curso Avançado de Fotografia Digital
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Um ping-pong com a CO.R
Escrito por Luiza Piffero on 16/07/2010 – 22:05 -A aula “Pesquisa de Mercado” dura apenas um dia, mas as questões debatidas são tão instigantes que continuam circulando pela cabeça dos alunos do curso Click! Planejamento Criativo. Por isso, convidamos o aluno Nico Collares para fazer um ping-pong com o professor Bruno Azevedo, da consultoria de inovação estratégica paulista CO.R. E a conversa foi além: a proprietária da CO.R e ex-planejadora Rita Almeida gostou da proposta e também nos mandou a sua contribuição. Há muito o que aprender com essa troca de ideias cujo ponto de partida é o conceito de “co-working”. Trata-se da tendência de envolver o consumidor no processo de criação da agência, fazendo com que, através de técnicas de pesquisa, ele sugira e crie algo de maneira consciente.
Nico Collares: Como efetivamente acontece esse co-working com o consumidor? Em que fase do trabalho isso entra? Cria-se um posicionamento, cria-se uma peça e o cara vai lá e dá pitaco? Pode dar um exemplo concreto?
Bruno Azevedo: Esse co-working acontece muito regularmente nos projetos que a CO.R desenvolve. Nada mais é do que um convite verdadeiro para que o target participe do pensamento e nos ajude a criar estratégias - sejam elas de posicionamento, ou sejam de ativação. A idéia é simples: se a grande intenção das marcas é se aproximar do coração do seu público, por que não estimular esse pensamento em conjunto?
Claro que existe um cuidado e uma organização - geralmente esse processo acontece no final do estudo, depois das etapas de campo, quando já dominamos o problema e estamos cheios de insights. No grupo co-criativo nós dividimos todos esses aprendizados e o objetivo é evoluirmos juntos.
O case de Oi FM POA é um ótimo exemplo de como essa interação com o target funciona de fato. Depois de uma primeira fase que teve como objetivo entender o jovem de Porto Alegre e o momento da praça, a segunda fase foi organizar vários grupos co-criativos que nos ajudaram a evoluir todo o nosso pensamento e transformá-lo em programação para a rádio. Na prática, o processo de campo trouxe insights para o posicionamento, e a partir desse posicionamento, o target nos ajudou a criar uma playlist, a pensar em nomes para a rádio, a desenvolver conteúdo…
Rita Almeida, complementando o pensamento do Bruno: A co.criatividade na CO.R é um jeito de ser e a gente pratica isso em diferentes planos:
ENTRE A GENTE: apesar de equipes alocadas para cada projeto, as capacidades das outras pessoas da CO.R são requisitadas ou ocorrem espontaneamente. A idéia não é saber quem fez, mas sim que o projeto fique incrível e inspirador.
COM AS PESSOAS (os consumidores): o importante não é cumprir um roteiro, mas sair com questões e hipóteses na cabeça e conversar com as pessoas de forma a entender como elas pensam sobre o assunto que estamos trabalhando. Claro que temos as questões do cliente em relação ao campo, às vezes alguns assuntos precisam ser estimulados, mas sempre com o intuito de ouvir e sentir de fato o que as pessoas pensam e sentem.
COM OS CLIENTES: outro importante ponto do nosso pensamento co.criativo refere-se ao cliente. Os projetos da CO.R, quando planejados, deixam espaço para pelo menos um encontro com o cliente para discutirmos os rumos do projeto. Seja em uma reunião ou em um workshop, contamos para o cliente o diagnóstico e a nossa perspectiva a respeito dele, e algumas possibilidades estratégicas levantadas pelo projeto. A partir daí, vamos pensar juntos para que ele possa validar, revisar, trazer substância através de sua vivência com a marca mas, mais do que tudo, para vermos por quais caminhos ele se apaixona e portanto irá dedicar-se para entregar.
Nico Collares: Se antes o diálogo das marcas com os consumidores era mais unidirecional e agora é efetivamente um diálogo, você acha que está mais difícil fazer branding? Será que não estamos “perdendo o controle” das marcas? Criar com o consumidor pondo a mão na marca não envolve alguns riscos?
Bruno Azevedo: Antigamente um planejador fazia um plano de comunicação para o ano inteiro, e o trabalho dele era alimentar essa proposta ao longo dos meses. Hoje nós estamos constantemente repensando as marcas, porque elas precisam fazer parte do dia a dia de um consumidor muito mais dinâmico e participativo, que interage com muita naturalidade: os milhões de acessos ao vídeo da Sthefanny com certeza ajudaram a construir a imagem do Cross Fox. Assim como cada comunidade do Sonho de Valsa no Orkut faz crescer a marca no coração das pessoas.
Acho que se antes o nosso trabalho de planejadores era pensar na mensagem a ser transmitida, agora o grande desafio é captar a resposta que vem das pessoas e fazê-la inspirar o caminho das marcas. Essa é a grande sacada, e é por isso que nós da CO.R valorizamos tanto o processo de campo.
Com tudo isso, eu quero responder ao que você perguntou: eu não acho que nós estamos perdendo o controle das marcas, mas sim aprendendo a trabalhar cada vez mais com as percepções verdadeiras das pessoas, para que a conexão entre as marcas e seus consumidores seja intensa, transparente e muito inspiradora.
Rita Almeida: Penso que, na dinâmica que o Bruno descreveu do mercado e que já consta da pergunta, uma parte da marca está sob o controle da sua empresa-mãe, outra de fato está nas mãos das pessoas que se relacionam com ela ou mesmo das que não querem se relacionar com ela. Mas tem uma grande parte da marca na qual cabe sim todos os cuidados por parte do time que a constrói: é necessário ficar muito clara a essência da marca, sua alma e formas de expressões (atributos, linguagem) para todos os que trabalham com ela ou a representam de alguma forma. Porém, no decorrer da construção dessa essência de marca também é preciso surpreender as pessoas, demonstrar dinamismo e evolução constante, o que geralmente é intimamente ligado a inovação.
Portanto cabe a nós, que construímos marcas, imprimirmos uma essência de marca e, a partir dela, seguir o caminho da inovação, sempre atentos às respostas e aos sinais dos consumidores para poder responder-lhes com relacionamento, produtos e atitudes de marca que gerem aproximação e identificação com seus targets.
Tags: Click! Planning, click: planejamento criativo
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Não é mídia, é Ponto de Contato
Escrito por Luiza Piffero on 13/07/2010 – 17:54 -A mídia convencional continua forte. Mas ninguém pode negar que hoje as possibilidades vão muito, mas MUITO além. Uma fachada de uma loja, um evento, uma festa ou a adoção de um parque são apenas alguns exemplos do que chamamos de pontos de contato. Para sobreviver nesse cenário, o profissional de mídia precisa se atualizar, tornar-se mais criativo e pró-ativo. Por isso a Escola de Criação concebeu um curso único, que vai abordar os principais assuntos desse universo cada vez mais complexo: DOT – Ponto de Contato. As aulas começam no dia 21 de agosto e já estão com as inscrições abertas.
Com onze módulos que exploram os ângulos mais diversos do que consiste o trabalho do mídia hoje, o curso DOT é formatado para profissionais que atuam no atendimento de agências, profissionais de mídia, de marketing, executivos de veículos de comunicação, estudantes e demais interessados. As aulas são comandadas por profissionais destacados do mercado gaúcho e paulista.
A coordenadora do curso, Gabriela Fruhauf (que exerce a função ao lado de Romana Oliveira), explica detalhadamente qual o conceito do curso DOT – Ponto de Contato no vídeo abaixo:
Início das Aulas: 21/08/2010
Horário: Sábados das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h
Duração: 72h/aula
Inscrições pelo site escoladecriacao.espm.br. Mais informações: (51) 3218.1300 ou centralinfo-rs@espm.br.
Tags: dot - ponto de contato
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Desconstruindo o Photoshop em 3 cursos
Escrito por Luiza Piffero on 08/07/2010 – 11:57 -Não há discussão: o Adobe Photoshop é o aplicativo mais famoso do mundo para edição e tratamento de imagens. Em alguns ramos, saber usá-lo é uma vantagem competitiva, em outros, é obrigação. Pensando nisso, a Escola de Criação está com três cursos voltados para o ensino do programa - das ferramentas mais básicas às técnicas mais obscuras. Se você é iniciante, o curso Real World Photoshop vai te apresentar o programa de maneira simples, objetiva e prática.
Quem já sabe se virar com o Photoshop, deve experimentar o curso Manipulação de Imagem e se aprofundar nas possibilidades de criação na ferramenta. Avançando além do essencial, as aulas mostram como lidar com os problemas que surgem no dia-a-dia de maneira eficaz e inteligente.
Já o Photoshop Expert traz as dicas que os profissionais de manipulação usam no mercado, desmistificando situações complexas que aparecem quando se trabalha com clientes reais.
Dito isso, deixo a palavra com o especialista em manipulação de imagens, o professor Diego Cunha:
Tags: manipulação de imagem, Photoshop, photoshop expert, real world photoshop
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Novidade: Curso de Pós-Produção e Finalização Audiovisual
Escrito por Luiza Piffero on 05/07/2010 – 18:00 -Quem está no mercado produzindo conteúdo para a publicidade, o cinema, a TV, a internet, ou outro, sabe que as possibilidades audiovisuais são muitas e não páram de se expandir. Por isso, a Escola de Criação deixa um convite aos estudantes de comunicação e profissionais que estão começando a trabalhar em estúdios e produtoras: o Curso de Pós-Produção e Finalização Audiovisual – Básico.
Com inscrições abertas para o segundo semestre, o curso vai apresentar um panorama das principais técnicas, conceitos e habilidades necessárias para o desenvolvimento de atividades relacionadas à finalização de imagem, criação de vinhetas, efeitos especiais e animações.
Em outubro começam as aulas do modo Avançado. Abaixo, a diretora da Escola de Criação, Anny Baggiotto, explica o propósito do Curso:
Curso de Pós-Produção e Finalização Audiovisual – Básico
Início das aulas: 14/08/2010
Horário: Sábados das 9h30 às 12h30 e das 14h às 17h
Duração: 40h/aula
Inscrições pelo site escoladecriacao.espm.br. Mais informações: (51) 3218.1300 ou centralinfo-rs@espm.br.
Tags: curso de pós-produção e finalização audiovisual
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Novos cursos para começar bem o semestre
Escrito por Luiza Piffero on 02/07/2010 – 18:11 -O segundo semestre começa repleto de novidades empolgantes na Escola de Criação. Temos cursos inéditos preparados para quem não quer apenas se qualificar, mas estar a frente do mercado. E os tradicionais cursos de Criação, Manipulação de Imagem e Ações Inovadoras em Comunicação Digital estão ainda melhores. Escolha o seu.
Oferece uma perspectiva 360° do design de embalagens, aliando um entendimento mais amplo e integrado de disciplinas a um olhar estratégico afiado. Além de aprofundar os conhecimentos, os alunos irão qualificar seus portfólios com projetos reais para clientes de relevância.
Início das aulas: 11/09/2010
Horário: Sábado, das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h
Duração: 90h/aula
Aborda os principais assuntos que norteiam o profissional de mídia e o seu campo de atuação, muito mais complexo que há alguns anos atrás, porém muito mais criativo e interessante.
Início das Aulas: 21/08/2010
Horário: Sábados das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h
Duração: 72h/aula
Pós-Produção e Finalização Audiovisual – Básico
O curso tem o objetivo de capacitar os alunos com métodos e procedimentos na pós-produção audiovisual, dando-lhes ferramentas importantes para seu aperfeiçoamento técnico e teórico, permitindo a aplicação prática desses conhecimentos.
Início das aulas: 14/08/2010
Horário: Sábados das 9h30 às 12h30 e das 14h às 17h
Duração: 40h/aula
Pós-Produção e Finalização Audiovisual – Avançado
Voltado para quem busca um aperfeiçoamento profundo em pós-produção audiovisual, o curso apresenta um panorama das principais técnicas, conceitos e habilidades necessárias para atividades relacionadas à finalização de imagem, criação de vinhetas, efeitos especiais e animações voltadas para a linguagem audiovisual em publicidade, cinema, televisão, vídeo e internet.
Início das aulas: 16/10/2010
Horário: Sábados das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h
Duração: 46h/aula
O curso apresenta ao aluno as ferramentas mais importantes e eficientes do programa, de uma maneira simples, objetiva e extremamente prática. Os conteúdos são extraídos diretamente do cotidiano das agências de propaganda, escritórios de Design, estúdios de fotografia e bureaus de pré-impressão.
Início das aulas:14/08/2010
Horário: Sábados, das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 16h.
Duração: 18h/aula
Muito mais do que um curso de específico de Photoshop, ele ensina a entender as situações e problemas que surgem no dia-a-dia da manipulação e ajuda a solucioná-los de maneira, eficaz, inteligente e extremamente simples. Voltado para alunos com noções básicas de Photoshop.
Início das aulas: 25/09/2010
Horário: Sábados, das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 16h
Duração: 24h/aula
Um curso para quem conhece o Photoshop, mas ainda tem sede das dicas mais interessantes de Manipulação de Imagens. Fusões complexas, tratamentos de pele profissional, recortes, máscaras de cabelo, ajustes finos, montagens e finalização de imagens dignas dos grandes profissionais dos mercados publicitários e de artes gráficas.
Início das aulas: 08/01/2011
Horário: Sábados, das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 16h
Duração: 18h/aula.
Agora mais objetivo, o curso explora o processo criativo passando por todos os passos da concepção da idéia publicitária. É dividido em duas partes: a criação da idéia e a execução da idéia. No final, os alunos serão orientados por um grupo de professores, num Creative Coaching. Nessa etapa, receberão briefings reais de grandes marcas do mercado.
Início das aulas: 11/09/2010
Horário: Sábados das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 16h
Duração: 150h/aula
Ações Inovadoras em Comunicação Digital
Em uma época de mudanças de paradigmas, o único caminho é o empreendedorismo e a inovação digital. Por isso o curso busca abrir uma discussão sobre critérios e utilização da inovação e da Tecnologia para aumentar a eficácia e o entendimento dos canais da nova web. Os alunos aprenderão a estimular, reter e fidelizar seus clientes e prospects, além de gerar vendas.
Início das aulas: 16/10/2010
Horário: Sábados das 9h30 às 12h30 e das 13h30 às 16h
Duração: 24h/aula
Inscrições pelo site escoladecriacao.espm.br. Mais informações: (51) 3218.1300 ou centralinfo-rs@espm.br.
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Fotografando modelos
Escrito por Luiza Piffero on 29/06/2010 – 19:57 -Dentre as várias aulas dedicadas a prática da fotografia no estúdio, uma delas é focada inteiramente nas melhores técnicas para fotografar modelos. Neste post, você acompanha o processo de aprendizagem dos alunos através do making of fotográfico da aula realizado por Eduardo Biermann.
Natural de Paraty, no Rio de Janeiro, o fotógrafo Fernando Pires é quem ministra a aula Estúdio I: Modelos. Ele escolheu Porto Alegre como sua cidade e é daqui que exerce a profissão desde 1984. Seu currículo conta com diversas exposições individuais e coletivas. Há dez anos ministra periodicamente oficinas de iluminação e produção fotográfica, além de realizar palestras. Para mais detalhes, clique aqui.
Crédito das fotos: Eduardo Biermann
Tags: Curso Avançado de Fotografia Digital
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Você não pode viver sem a colorimetria
Escrito por Luiza Piffero on 28/06/2010 – 21:00 -Se você não sabe o que é colorimetria, mas está apostando em uma carreira na fotografia, deixe a câmera de lado por um momento. Afinal, sem entender sobre gerenciamento de cores, não tem como exercer a profissão. Os alunos do Curso Avançado de Fotografia Digital aprenderam sobre o assunto em uma série de aulas específicas, ministradas pelo professor Manuel da Costa.
É normal que, na hora de imprimir, tanto as cores como o contraste das imagens sejam alterados. O monitor da câmera fotográfica ou do computador é capaz de exibir mais cores do que as tintas de impressoras conseguem reproduzir. “Sem realizar um gerenciamento de cor, não tens como saber se todas as cores que aparecem no teu monitor poderão ser impressas ou até mesmo exibidas em outro monitor”, alerta o professor Manuel. É claro que, mais tarde, isso pode se converter num problema sério com o cliente.
É aí que entra a teoria da colorimetria, que aplicada cotidianamente caracteriza-se como um gerenciamento de cor. Ele parte do princípio de que cada imagem carrega acoplado a ela um conjunto de informações que pode ser modificado. “Quando tu bates uma foto a câmera adiciona esse perfil à imagem. O computador, depois, lê o perfil e traduz o código de cores para as tintas da impressora”, detalha Manuel. Ao gerenciar esse código através de determinados parâmetros, o profissional pode ter a certeza de que, quando ele reproduzir a imagem em um laboratório, por exemplo, terá um resultado consistente.
Crédito das fotos: Fernanda Coelho
Tags: Curso Avançado de Fotografia Digital
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