Como surpreender a plateia no cinema…

Escrito por Luiza Piffero on 30/10/2009 – 17:51 -

Não é todo mundo que gosta de assistir comerciais no cinema, mas a agência Johannes Leonardo deu uma aula de como tornar esse momento muito mais interessante. Durante o último final de semana, a loja de departamentos Dafty’s realizou performances ao vivo no cinema Ziegfield, em Nova Iorque. Acompanhados de uma trilha que tem tudo a ver com o video, os atores interagem com as roupas da loja e depois saltam para fora da tela surpreendendo a plateia.

Vi na Tapiocaria.

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A Escola de Criação no Anuário

Escrito por Luiza Piffero on 30/10/2009 – 16:48 -

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A Escola de Criação teve um espaço destacado na 4a Noite de Prêmios da ESPM. Logo no início da cerimônia foram distribuidos os troféus de Destaque Especial Escola de Criação. E a prova de que os vencedores são alunos com talento de verdade é que quem acompanha o blog já viu eles por aqui. O Frederico Luz, a Francine de Azevedo, o Carlos Alberto Dassi e o Rafael Coelho levaram para casa o prêmio do curso de Produção Audiovisual Publicitária pelo filme “Boneca”. O trabalho, realizado para a ONG Via Vida conquistou até mesmo a prata no 27° Prêmio Colunistas. Tem entrevista com o Fred Luz, o diretor, aqui no blog.

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O destaque especial no Avançado de Fotografia Digital foi para a aluna Roberta Venzon Borges. Lembra das fotos dela? Visite este post aqui. E finalmente o destaque do Curso de Criação é do aluno Guilherme Victória Possobon, que já nos deu uma baita entrevista e aparece no anuário com um belo portfólio de peças publicitárias.


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Quer uma mãozinha?

Escrito por Luiza Piffero on 29/10/2009 – 17:31 -

O produto ajuda, mas essa propaganda fez bonito também. A Pilar Faucet, da marca Delta, é  uma torneira que funciona com apenas um toque. Você, que sempre se frusta com aquelas torneiras de sensor em shopppings, vai suspirar por uma destas. A música alegrinha do comercial se chama “Hands”  é cantada pelo personagem Count von Count do Vila Sésamo. A agência Young & Laramore, de Indianapolis, ainda disponibilizou a canção no iTunes.

Via Adforum.


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Carro e cerveja?

Escrito por Luiza Piffero on 29/10/2009 – 15:12 -

Este é o novo anúncio que a Guinness apresentou para o Halloween, data comemorada no próximo 31 de outubro. A criação é da Tempo Advertising. Só que onde sobrou sutileza e inteligência parece ter faltado noção. O que eles estavam pensando quando colocaram essas chaves de carro ao lado do copo de cerveja?

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“Celebre o Halloween com Guinness. 31 de outubro”.

Via Ads of The World.


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Natureza em foco

Escrito por Luiza Piffero on 28/10/2009 – 18:50 -

Zé Paiva, o professor do módulo Fotografia de Natureza. Crédito: Juliano Araújo

Zé Paiva, o professor do módulo Fotografia de Natureza. Crédito: Juliano Araújo

Zé Paiva já redirecionou a vida para vários rumos diferentes, mas a fotografia sempre foi uma constante. Hoje, o porto-alegrense radicado em Santa Catarina coleciona prêmios no currículo e possui três livros lançados. No último sábado, Paiva veio à Escola de Criação para ministrar o módulo Fotografia de Natureza do Curso Avançado de Fotografia Digital. Você tem interesse neste tipo de fotografia? Então leia mais sobre quem entende do assunto:

Como e quando tu descobriste a fotografia?

Por volta dos 11 anos eu assumi o papel de fotográfo das viagens familiares. Era uma brincadeira. Na época que eu entrei para a faculdade de engenharia, a foto passou a ser um hobby. Eu ganhei uma câmera Reflex e comprei livros, li sobre técnica.

Tu trocaste a engenharia pela fotografia após uma longa viagem pela Europa e Norte da África. Qual foi a transformação que se operou em ti durante esta viagem?

Antes de viajar eu comprei uma boa lente para a câmera e durante a viagem eu fotografei com mais intensidade. A viagem durou quase o ano de 1983 inteiro. Quando eu voltei, já tinha decidido sair da engenharia, então eu experimentei outros trabalhos. Um pouco motivado pelos comentários dos amigos que elogiavam as fotos da viagem, eu comecei a pensar na fotografia como possibilidade profissional. Em 84, consegui um estágio na sucursal gaúcha do jornal O Globo e ali comecei a ter uma relação mais profissional com a fotografia. Pra mim, a foto até então era um hobby, algo que eu gostava muito de fazer, mas amadoristicamente.

Houve também uma outra reviravolta na tua vida que foi quando tu deixaste de trabalhar com a publicidade. Como foi a transição da foto publicitária para a foto de natureza?

A foto publicitária exige muita qualidade. Por muitos anos eu gostava do que eu fazia, era uma novidade. Mas eu fui cada vez mais vendo os pontos negativos da publicidade, o grande ego de muitos que trabalham no meio… os prazos, a correria, o estresse. Enquanto eu trabalhava com publicidade nos dias úteis, no final de semana eu pegava o equipamento e viajava, fazia trilhas para realizar minhas fotos. Até que eu senti a necessidade de colocar o trabalho autoral em primeiro lugar e eu me desafiei a redescobrir o prazer na fotografia.

E como tu fizeste isso?

É bem complicado porque não pode ser uma guinada repentina. Se tu vives da fotografia, tem que ser uma coisa gradual, primeiro tu tens que encontrar alternativas de ganhar dinheiro com foto de natureza. Isso até hoje é um desafio para mim. Eu fui aprender como viabilizar projetos - todo o processo de planejar, aprovar em lei de incentivo.

Araucária em Coxilha Rica, Lages - SC. Foto de Zé Paiva

Araucária em Coxilha Rica, Lages - SC. Foto de Zé Paiva

O que um fotógrafo precisa ter/saber para ter sucesso e trabalhar com fotografia de natureza?

Natureza é um tipo de especialidade que não é frequente. Mesmo pra mim que estou alguns anos no meio, ser contratado para fazer um trabalho nesta área natureza é muito difícil. Tu não pode ficar esperando te contratarem pra fotografar natureza. Quem já tem um trabalho nessa área têm que desenvolver várias alternativas. Uma delas é projeto de livros, de exposição. Outra opção é sugerir pautas para revistas e jornais. Tu também pode trabalhar com bancos de imagens, onde tu coloca as fotos pra vender. Só que foto de natureza vende muito pouco, muito menos do que foto de referência geográfica e foto turística.

Como o fotógrafo que trabalha em ambientes externos lida com o relativo descontrole que ele tem sobre a luz?

Quem trabalha exclusivamente em externa tem que ter o cuidado de planejar, eu sempre olho previsões de tempo de várias fontes diferentes. Mesmo assim não existe não existe luz ruim ou tempo ruim. Num dia de sol é mais fácil encontrar situações legais, mas dias nublados também rendem ótimas fotos. Às vezes uma garoa pode te dar fotos muito legais como uma floresta cheia de gotas d’agua. Dentro de uma floresta é até melhor fotografar no dia nublado porque o dia de sol dá contraste excessivo.

Qual a maior saia justa em que tu já se meteu?

Quando eu estava fazendo as fotos para o livro Natureza Gaúcha teve um caso trágico. Eu estava em São José dos Ausentes e na pressa para fotografar o pôr-do-sol no Cânion Montenegro eu esqueci minha mochila com lap top numa agência do Banco do Brasil. Eu só me dei conta quando voltei para a pousada para descarregar as fotos. Aí eu me desesperei, eu tinha 10 dias de trabalho no lap top e não tinha feito backup de nada. Voltei correndo ao banco e a mochila não estava mais lá. Aí passei 3 dias procurando a mochila, anunciei na radio da cidade, nos autofalantes da igreja (se escuta na cidade toda), chamei um brigadiano e investiguei quem poderia ter visto. Fiz tudo imaginável, ofereci recompensa e depois de 3 dias quando eu estava perdendo as esperanças me ligou um guri de Caxias do Sul falando que ele tinha pego a mochila e dizendo que ele não era ladrão, estava arrependido e queria devolver. Mas foi uma novela, durante três dias eu achava que todo mundo era suspeito.

Amanhecer no Canion Fortaleza, no Parque Nacional da Serra Geral (Cambará do Sul - RS). Foto de Zé Paiva.

Amanhecer no Canion Fortaleza, no Parque Nacional da Serra Geral (Cambará do Sul - RS). Foto de Zé Paiva.

Tu já viajaste para muitos luagres dentro e fora do Brasil. Qual o lugar que mais te marcou?

Aqui no brasil tem um lugar que eu acho fantástico, não tem como tu ir lá e não ficar impressionado: a trilha do Rio do Boi. Ela vai por dentro do Canion Itaimbezinho, que é o mais vertical de todos na região. Em um momento tu te encontra no meio de dois paredões de 800m de altura. E além disso tem muitas cachoeiras, piscinas naturais. Nossa, é muito lindo, marcante.

Mais do professor Zé Paiva na internet:

http://www.paivafotografo.com.br

http://www.expedicaonatureza.com.br

http://zepaiva.wordpress.com

http://www.vistaimagens.com.br


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Vai um Windows 7 com café?

Escrito por Luiza Piffero on 28/10/2009 – 15:03 -

A Microsoft abriu as portas do Windows Café em Paris. Trata-se de uma estratégia para promover o Windows 7, pois enquanto toma o seu café, o visitante pode explorar todas as vantagens do novo software, além de navegar gratuitamente pela internet e jogar Xbox. Tudo em um ambiente com muito design. Em noites especiais, os clientes vão poder colaborar no set list do DJ que irá tocar suas músicas ao vivo.

Será que pega essa moda de empresa abrir café?

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Via Invertido.


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Criativos mostram seus trabalhos

Escrito por Luiza Piffero on 27/10/2009 – 16:38 -

Não esqueça estes dois nomes: Jonatha Dapper e Fernando Fernandes. Os dois alunos da Escola de Criação nos enviaram seus trabalhos e o material já está à mostra no CarbonMade da Escola de Criação. As duas peças gráficas abaixo são de Jonatha, sendo que na formatura do Curso de Criação ele conquistou o Grandprix pelo anúncio que faz uma brincadeira com o logo da MGM.

Título: Leão. Anunciante: Sony

Powerfull - Leão. Título: Leão. Anunciante: Sony

Ferrero - Nutella. Título: Amamos. Anunciante: Ferrero

Ferrero - Nutella. Título: Amamos. Anunciante: Ferrero

 O anúncio seguinte, feito para o produto “Fruit Mix”, faz parte de uma série de três criações assinadas por Fernando Fernandes em parceira com Jonatha Dapper.

Fruit Mix. Título: misturas que dão certo. Anunciante: União.

Fruit Mix. Título: Misturas que dão certo. Anunciante: União.

Eaí, quer opinar sobre o trabalho dos criativos?


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Um livro trancado à espera de doações

Escrito por Luiza Piffero on 27/10/2009 – 12:05 -

O novo romance de Luiz Fernando Veríssimo, “Os Espiões”, está trancafiado e só será lançado quando forem doados 500 mil livros ao Banco de Livros – ONG que centraliza doações de obras e as repassa para instituições e comunidades carentes. Através do site Livro Inédito, as pessoas podem se informar sobre como realizar as doações.

A campanha, criada voluntariamente pela Escala, pretende arrecadar os 500 mil livros até o final de novembro, aproveitando o período em que se realiza a  55ª Feira do Livro de Porto Alegre. A dupla de criação que assina a campanha é formada pelos publicitários Gustavo Spanholi e Jacques Fernandes. Quem fez o tratamento das imagens foi Diego Cunha, professor do curso Desvendando Anúncios, na Escola de Criação. Olha só o material que ele apresentou aos alunos:

Capa do site Livro Inédito

Capa do site Livro Inédito

Direto do portfólio do Diego Cunha, o passo-a-passo da montagem da imegem da campanha

Direto do portfólio do professor Diego Cunha: o passo-a-passo da montagem da imagem da campanha


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Um dia com Zico Farina

Escrito por Luiza Piffero on 26/10/2009 – 19:26 -

O bom humor de Zico Farina pontuou as lições que ele repassou à turma

O bom humor de Zico Farina pontuou as lições que ele repassou à turma

Os alunos do Curso de Criação têm dois dias para aprender tudo o que podem com Zico Farina, o diretor de criação da Africa. Vindo de São Paulo para ministrar a primeira dessas aulas, no último sábado, o publicitário falou sobre a carreira, as suas referências e deu inúmeras dicas aos criativos. O blog pescou alguns momentos dessa aula única:

O papel das agências hoje

“A nossa profissão acabou, mudou totalmente. As agências, durante muito tempo, acreditaram em prêmios. Os criativos achavam que era o suficiente. Eles se envaideceram, concentraram-se nos anúncios e esqueceram de pensar no resto, de se aprofundar. Hoje, o que eu vejo pela postura das agências com relação ao cliente é que elas perderam o comando. É por isso que o papel das agências é buscar autoridade junto aos clientes. Caso contrário, a criatividade não é valorizada e você fica refém do mercado, não consegue  criar.”

Trabalhar na Africa

“Faz 2 anos que eu estou na Africa. O Nizan Guanaes é genial, pensa como empreendedor, e, quando você trabalha com alguém que está nessa pilha, tem que se superar também.”

Um Case

“A criatividade hoje em dia está muito na contribuição que a agência pode dar ao produto do cliente. No projeto Grendene, por exemplo, o nosso concorrente era as Havaianas. A Grendene fabricava o… Ryder. Então a gente resolveu chamar o Oskar Metsavaht (da grife Osklen) para deixar o chinelo Ipanema com um ar “cool”. Depois mandamos o produto para os formadores de opinião e, a partir deles, a boa imagem se espalhou até se popularizar.

O Nizan depois criou o Fashion Rio. Já existiam outros eventos de moda no país, mas este surgiu voltado para a moda praia. É dificil você mudar a cabeça do consumidor, no entanto, a moda é uma maneira de fazer isso mais rápido. Então, ele criou um evento de moda somente para vender um chinelo! Esse tipo de raciocínio é que é legal.”

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Fazer o diferente, mas também fazer o igual

“O cliente sempre vai dizer não, cabe à gente insistir e fazer algo diferente. Agora, a coisa que mais irrita o cliente é só levar coisa diferente porque ele vai achar que você não viu o brief ou não sabe ler. Tem que levar as 2 opções porque quando ele vê que você fez o que ele pediu já relaxa e fica seguro para aceitar o novo.”

Reescrever para entender melhor

“Parece coisa de louco, mas quando eu recebo os briefs, eu reescrevo eles do início ao fim. Desse jeito fica mais fácil perceber quais as informações que estão faltando.”

Criatividade na propaganda

“A nossa função como publicitários é chamar atenção. A criatividade tá na forma que você vai fazer isso. Eu acredito muito mais na estratégia do que na criatividade por si só. Quando você tá lá diante de um cliente tem que estudar as necessidades que ele tem e executar isso de um jeito que chame atenção.”

Propaganda brasileira

“De uma maneira geral, a propaganda brasileira sempre teve um humor. Acho que agora ela está perdendo esse humor que é tão dela.”

O futuro

“O que eu percebo é a importância, hoje em dia, da publicidade gerar conteúdo. Hoje eu acredito num novo jeito de as marcas se relacionarem com o cliente, respeitando a individualidade de cada um. A marca ganha relevância quando entende o individuo.”

Fotos por Juliano Araújo.


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Uma campanha com produtos falsos

Escrito por Luiza Piffero on 26/10/2009 – 15:38 -

Na campanha “The Weak Shop”, a DDB do Canadá criou uma loja fictícia onde são vendidos uma série de produtos bizarros. O cliente é a BC Dairy Foundation — ONG concebida para incentivar o consumo de leite na região canadense de British Columbia. Com uma boa dose de humor, as propagandas não vendem diretamente o leite, mas produtos absurdos para quem não o consome. Tira sarro de quem não bebe leite e, de quebra, ainda faz piada com os infomerciais.


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